sexta-feira, 27 de abril de 2007

O que é mais importante para você, gentileza ou honestidade?


(E não me venha com honestidade gentil e gentileza honesta! Todo mundo gosta das duas, quero saber qual é a sua prioridade.)

sexta-feira, 20 de abril de 2007

A fábula do morcego

Havia um morcego ferido em uma encruzilhada. Passavam perto alguns ratos:
- Veja, ele tem pêlos, só pode ser um rato, vamos levá-lo conosco e ajudá-lo.
Chegando na aldeia dos ratos, o líder rato discordou:
- Olhem essas asas! Ele não é um dos nossos, ele é um pássaro, não temos porque ajudá-lo. Levem-no de volta.
E os ratos largaram o morcego ferido novamente na encruzilhada.
Logo passaram por ali alguns pássaros:
- Veja, ele tem asas, só pode ser um pássaro, vamos levá-lo conosco e ajudá-lo.
Chegando na aldeia dos pássaros, o líder pássaro discordou:
- Olhem esses pêlos! Ele não é um dos nossos, é um rato, não temos porque ajudá-lo. Levem-no de volta.
Os pássaros levaram então o morcego ferido de volta à encruzilhada.
Lá o morcego morreu.

Moral wiccan da história: ajude quem você puder, seja da sua “espécie” ou não.
Moral anarquista da história: não ouça o seu líder.
Moral realista da história: livre-se de seus pêlos ou de suas asas.

Política

De um modo geral, pessoas de direita têm mais senso de humor do que pessoas de esquerda. Elas se acham mais inteligentes, mas não é isso. Inteligência há (não muita) de ambos os lados; senso de humor sim parece estar mais presente entre os direitistas. Provavelmente porque eles aprenderam a não se levarem muito a sério e a se acharem superiores não importa o que aconteça. E, é claro, a rirem da esquerda. Nós, esquerdistas, ainda tentamos salvar o mundo, ainda acreditamos nos valores humanos e na capacidade de nos organizarmos pelo bem comum. A maioria de nós acreditamos inclusive na bondade humana. Admitamos: É hilário.

E os de centro? Não acredito na existência de gente de centro, mas, se eu estiver enganada, eles provavelmente são como o morcego da fábula.

Teorema de Maritza

A severidade com que você será julgada é inversamente proporcional à sua beleza.

quarta-feira, 18 de abril de 2007

Então a pergunta é

como você descobre se fez merda?
Por um lado, há que se admitir que você é um rinoceronte epilético numa loja de cristais, relacionar-se com as pessoas não é o seu forte, você tem medo de ser grudenta e acaba sendo completamente ausente e as pessoas sempre te acham, no mímino, esquisita (as mais gentis dizem "diferente"). Conclusão: sim, você fez merda.
Por outro lado, você é uma pessoa neurótica, que vê coisas onde elas não existem e quando não tem problemas os inventa. Conclusão: você não fez merda, você só está vendo pêlo em ovo.

Como é que desempata?

Prova de anatomia e TPM

Tem coisas que só os seus hormônios fazem para você!

sexta-feira, 13 de abril de 2007

quinta-feira, 12 de abril de 2007

Me desculpem o palavreado mas...

PUTAQUEOPARIU!!! Sermão de professor na faculdade é o fim!!!

quarta-feira, 11 de abril de 2007


(não se desesperem, clicando na tirinha dá para ler)

Sim, desisti. O Direito era um saco e eu resolvi considerar seriamente as minhas opções de vida. Então recebi uma mensagem de Nossa Senhora Aparecida da Graça do Quinto Dia e fui fazer medicina.
Não.
Cheguei à conclusão de que sou capaz de curar as pessoas tocando nelas e fui seguir minha vocação.
Não.
O Luka me ligou e pediu, por favor, para eu entrar no E.R, porque ele não agüenta mais a Abby.
Não.
Na verdade a ligação foi do House.
Tá, sério, não quero explicar aqui porque decidi ir para a medicina, porque foi um processo complexo e bastante íntimo (envolvendo inclusive um vibrador tailandês de três velocidades. Tá, agora parei mesmo).
O fato é que considerei uma série de coisas e achei que seria uma boa opção. Algumas pessoas me disseram que eu não tinha “vivido” o Direito o suficiente e deveria tentar mais um pouco, outras me disseram que era óbvio que seria insuportável e que não sabiam nem porque eu tinha chegado tentar. Dou razão para as duas idéias e não sigo nenhuma delas. Terminei a cadeira de Economia porque queria finalmente aprender o que é a mais-valia. Acho que aprendi (não tenho lá muita certeza). E fui estudar para o vestibular mais uma vez.

(To be continued...)

segunda-feira, 9 de abril de 2007

Risco de vida por rompimento escrotal

(E cá estou eu tentando parir o trabalho de história da medicina. Alguém traga o fórceps, por favor.)
"Como assim, história da MEDICINA?!" - você, desavisad@ amig@ virtual pensou. Rá, aguarde novidades.

(É. Sim. Pode acreditar. Ela é louca.)

sábado, 7 de abril de 2007

Imagine um feriado em que as pessoas se presenteiam com bebidas: cachaça, licor, vodka, whiskey. Vários tipos e cores e embalagens diferentes, todos querem presentear com bebidas. As lojas fazem promoções de bebidas, os supermercados penduram as garrafas no teto, por toda a parte que se olhe lá estão as bebidas para você comprar para as crianças, os amigos, familiares ou "quem você ama". Há inclusive um mitológico gambazinho que distribui bebidas para as crianças que se comportaram bem. Agora imagine que você é um alcoólatra.
Páscoa para mim é isso.

Então era isso?

Não. Não era sobre isso que eu queria falar e não sabia como, era sobre as pequenas delicadezas entre as pessoas. Aquelas espontâneas, que elas mesmas mal percebem que estão fazendo. Um gesto, o tom de voz, o modo de olhar. É bonito, mesmo que não seja para a gente.

Crise de Patinho Feio

Sem falsa modéstia: eu sou inteligente, perspicaz, relativamente culta e tenho um bom senso de humor, mas nada disso vale porra nenhuma porque eu não entro numa calça 38.



PS: E não, não venha me dizer que não é assim, eu não quero a sua piedade, o que eu quero é um bando de gordinhas revoltadas concordando comigo!

sexta-feira, 6 de abril de 2007

Então eu voltei porque tinha ficado com vontade de escrever novamente e ahora estoy aquí, muda, sem saber como dizer o que eu queria.